Crônicas dos aguardadores a providência divina: entre a fé e a fome

Crônicas dos aguardadores da providência divina: entre a fé e a fome

Em certas passagens do Evangelho, é aconselhado agir com serenidade. Em Mateus 6:28-30, Jesus diz “observai os lírios do campo”, afirma que nem mesmo Salomão (rei rico e símbolo máximo de prosperidade) se vestiu como eles e conclui que, se Deus veste até a erva que logo perece, quanto mais vestirá os homens, a quem chama de “homens de pouca fé” por se angustiarem com o vestuário. A mensagem é clara: confiar.

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Vai começar o Carna Ouro 2026: Ouro Branco prepara quatro dias de folia, cultura e diversidade musical

O Carnaval de Ouro Branco já tem data marcada e promete movimentar a cidade com muita alegria, música e tradição. O CARNA OURO 2026 acontece entre os dias 12 e 16 de fevereiro, reunindo blocos, shows, DJs, atrações culturais e programação diversificada para todos os públicos. A abertura oficial será nessa quinta-feira, 12 de fevereiro,…

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O caso do cão Orelha: humanos entre a civilidade e a barbárie

O caso do cão Orelha: humanos entre a civilidade e a barbárie

O que aconteceu com o cão comunitário Orelha na Praia Brava, em Florianópolis, Santa Catarina, em 4 de janeiro de 2026, não é apenas um crime contra um animal, mas um episódio que nos obriga a perguntar, para nós mesmos, que tipo de relação moral ainda conseguimos manter com aquilo que é frágil. Isso mesmo: “nós”. Porque pessoas fizeram aquilo, então a falha é humana.

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De 2017 a 2025 quando eu esbarrei (de novo) no mesmo alerta sobre o desmonte da ciência no Brasil

De 2017 a 2025: quando eu esbarrei (de novo) no mesmo alerta sobre o desmonte da ciência no Brasil

No meio da migração das minhas colunas do antigo blog umpingodeciencia.blogspot.com.br para o site umpingodeciencia.com.br, eu tropecei numa cápsula do tempo: uma coluna que escrevi em 9 de outubro de 2017, com um título que hoje parece profecia repetida: “A carta de vencedores do Prêmio Nobel a Temer e o descaso para com a Ciência no Brasil”.

Na época, eu relatava como tinha encontrado a notícia de que vencedores do Prêmio Nobel de 2017 haviam enviado uma carta ao então presidente Michel Temer, manifestando preocupação com os cortes no orçamento da ciência brasileira. Os números eram duros: um corte de 44% em 2017 e a previsão de mais 15,5% em 2018 (CARMO JR., 2017). A mensagem dos cientistas era direta: cortes dessa magnitude não representam simples contingenciamento, mas um processo de desmantelamento com efeitos duradouros, como a fuga de cérebros e a perda de capacidade científica por décadas.

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